Fórum Ubuntu Linux - PT
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Autor Tópico: Finalmente estou testando o Ubuntu, graças ao Wubi!  (Lida 659 vezes)
velox256
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« Responder #15 em: 30 de Abril de 2008, 11:40 »

O "problema" do Linux é que os usuários querem que ele seja como o Windows, tudo "facinho" de fazer e de mão beijada (ou quase), aliás isso era uma coisa que eu queria tb, mesmo já sendo relativamente experiente no Linux. O que não pode acontecer é essa facilidade de fazer as coisas não deixe o sistema tb tão vulnerável qto o é no Windows. Quer um exemplo? Só de sacanagem em um hd que eu ia formatar e estava com o Ubuntu e o XP eu digitei no terminal " sudo rm -rf " e simplesmente detonou os arquivos da partição do Windows (que estava montada) e uma pá de coisa da partição do Linux e, "butando" o micro, nem grub tinha mais. Imagine um piru aí qualquer fazer un script com esse comando de modo mais "inteligente" e assim fazer com que o usuário tenha o seu sistema detonado pq o Linux ficou "mais fácil", e esse é só um exemplo.
Eu já falei horrores de palavrões testando outras distros de Linux: queimei cds de instalação do Slack, uma vez o Spire Linux detonou meu hd com Windows e tudo pra se instalar na máquina, sempre dizendo que Linux era &&¨%%$#* e que Windows é que servia, mas só passei a gostar (e a usar de verdade) de Linux mesmo usando o Debian (nesse caso, o CCD), depois o Sarge, Etch e agora o Ubuntu. Até hj nunca tive problemas em instalar o Ubuntu, à exceção de uma ou outra placa da Intel e que curiosamente aceitava outras distros, como a Debian já falada, mas nada que não fosse resolvido após alguma pesquisa.
Já fiz um teste parecido com aquele da namorada do cara que queria saber se ela conseguia usar uma máquina com sistema Linux sem ajuda ou com pouca ajuda. Usei duas distros, uma "facinha" como a Ubuntu e uma mais casca grossa como a Slack: na "facinha" foi possível fazer cerca de 70% do que eu pedi; na casca grossa muito mal 40%, então a facilidade ajuda na disseminação da distro, mas há de se ter um equilíbrio entre facilidade e, digamos, vulnerabilidade. Distro boa é aquela que reconhece e instala tudo que é item de hardware; fabricante bom é aquele que faz drivers funcionais para todas as versões de sistemas operacionais; programa bom é aquele que há versões para todos os sistemas operacionais e que sejam compatíveis entre si. Mas isso é uma utopia que mesmo os desenvolvedores de Linux torcem o nariz para acontecer, pois desse jeito em vez se se criar um padrão para o Linux, estarão fazendo um padrão que antes de tudo TEM que funcionar no "outro" sistema, basta ver exemplos de jogos.
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« Responder #16 em: 30 de Abril de 2008, 14:05 »

Concordo que o Linux deve continuar seguro, mas discordo frontalmente quando se fala nisso como obstáculo para torná-lo mais amigável. Em qualquer tipo software, ganha a preferência do público aquele que é mais fácil de usar e que oferece os melhores resultados (quando junta os dois, vira domínio de mercado na certa).

O grande público não tem saco pra ficar fuçando nos xorgs da vida, ficar procurando drivers, etc, nem podemos obrigá-lo a ter, pois isso é trabalho para técnicos de informática. Ninguem instala um programa para ganhar como passatempo o exercicio de corrigir seus defeitos.
Todo mundo instala o programa para começar a usar e ter resultados imediatos. Os técnicos gastam o tempo deles pensando nos problemas, afinal, são pagos para isso...

abç
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« Responder #17 em: 30 de Abril de 2008, 14:18 »

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O "problema" do Linux é que os usuários querem que ele seja como o Windows, tudo "facinho" de fazer e de mão beijada (ou quase), aliás isso era uma coisa que eu queria tb, mesmo já sendo relativamente experiente no Linux

Eu também quero tudo facinho. Tudo de mão beijada Sorridente
Discordo que o facinho tenha que perder segurança. Dá pra fazer avanços sem perder a segurança. Veja  o sistema intuitivo de adicionar programas do Ubuntu.
Sinceramente, hoje acho o Ubuntu mais fácil do que o Windows.
Experimente mudar o layout do teclado no XP.
E achar um programa nos Aplicativos no XP. No Linux é tudo dividido por categoria.

É verdade que muitas das dificuldades do Linux são vícios do Windows. Se pesar sem isto dá pra ver que o Ubuntu ganha em muitos aspectos e não perdeu a segurança.

Cada sistema tem suas virtudes e seus defeitos.

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« Responder #18 em: 30 de Abril de 2008, 22:53 »

Agente100gelo,

Concordo bastante contigo. O Ubuntu tem funcionalidades de deixa o windows no chinelo. Acredito que os ajustes a serem feitos estão muito mais no funcionamento do sistema do que no leque de opções que o linux oferece. Hoje o software livre tem solução para quase tudo, não deixa a desejar não.

Mas, aqui no meu computador, estou penando para fazer as configurações de áudio e video funcionarem direito (o ubuntu insiste em adotar como padrão a placa de som onboard que desativei na bios, por exemplo).  O que não gosto, mesmo, é de ter que garimpar as soluções na internet e encontrar, na maioria dos casos, soluções baseadas em "digite sudo---"... Quando resolvermos isso, o windows vai comer poeira...

abç
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« Responder #19 em: 01 de Maio de 2008, 06:38 »

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O que não gosto, mesmo, é de ter que garimpar as soluções na internet e encontrar, na maioria dos casos, soluções baseadas em "digite sudo---"... Quando resolvermos isso, o windows vai comer poeira...

Não, qdo isso for resolvido vai ser um impecilho a menos para o Linux ser usado por outras pessoas já acostumadas com o Windows. Ontem eu recoloquei o Heron 64 à despeito de todos os defeitos que ele tem, por exemplo, cheio de caixas de textos e tal ainda em Inglês. É rápido, seguro e a saída de vídeo (tv-out) funciona melhor do que no Windows e eu uso muito a máquina para ver filmes que baixo da internet. Tem uma confusão danada ter dois Firefox na máquina (o beta5 e o firefox-2), pois o 2 não cria uma pasta escondida na home do usuário e tb não usa a que o beta 5 criou, aí fica muito enrolado colocar plugins e tal no firefox-2, que é o que está em Português e, mesmo instalando os locales do beta 5 o danado ainda continua em Inglês.

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Ninguem instala um programa para ganhar como passatempo o exercicio de corrigir seus defeitos.
Todo mundo instala o programa para começar a usar e ter resultados imediatos.

Nesse caso, a filosofia do Linux de "liberdade" e "aprender sobre a máquina que usa, tendo controle sobre ela" vai pro brejo se for visto por essa ótica. Se o usuário, mesmo o iniciante, se dá ao trabalho de, por exemplo, procurar por crackers (ou programas e até mesmo o sistema) para os programas que não quer pagar, pq não conseguiria (mesmo com alguma pesquisa) resolver problemas relativos ao seu sistema ou no uso de programas como acontece nos fóruns de Windows da vida?

Eu acho que enquanto tivermos o Windows como comparativo, esse papo de "facinho" nunca vai acabar...

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« Responder #20 em: 01 de Maio de 2008, 08:52 »

O que não gosto, mesmo, é de ter que garimpar as soluções na internet e encontrar, na maioria dos casos, soluções baseadas em "digite sudo---"... Quando resolvermos isso, o windows vai comer poeira...

A imensa maioria das soluções podem ser feitas graficamente. O problema é que explicar como fazer graficamente é muito mais complicado do que sugerir um comando de terminal. Não só com o LInux, ligue para um suporte de Provedor. É bm provável que eles digam "digite cmd.exe e escreva ping ....".
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« Responder #21 em: 01 de Maio de 2008, 18:58 »

Não acho que para assumir controle sobre a máquina é preciso ficar digitando comandos, de modo algum. Existem alternativas gráficas para isso.

Quanto ao usuário que busca cracker, ele deixa de ser um usuário tão iniciante quando começa a fazer isso. Uma parte considerável de usuários que conheço recorre a ajuda para instalar um freeware que seja - meus irmãos, meu pai, minha esposa, minha chefe, alguns colegas de trabalho se enquadram nesse grupo.

O fato do Ubuntu oferecer um repositório de programas vence a resistência desse grupo, mas quando pede comandos em texto para instalar drivers, por exemplo, enfrenta a resistência inclusive de usuários mais experientes.
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« Responder #22 em: 10 de Maio de 2008, 07:01 »

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Não acho que para assumir controle sobre a máquina é preciso ficar digitando comandos, de modo algum. Existem alternativas gráficas para isso.

Agora vc chegou no ponto que eu queria. Há situações onde vc precisa digitar comandos como, por exemplo, qdo vc perde a parte gráfica e tem que instalar (ou desinstalar) o driver de vídeo ou mesmo recolocar um bakcup do xorg.conf. Sem uma ferramenta gráfica "facinha" (já que está sem vídeo para usá-la) vai consertar como, reinstalando sistema do zero?
O Ubuntu tem agora uma espécie de xorg "fail safe" que, ficando sem a parte gráfica por qq problema, aparece uma tela com esse modo "se vira" pro usuário consertar, ou mesmo deixando isso pro sistema fazer. Mas há vezes que nem essa tela aparece (isso não tem na 7.04 ou anteriores, pelo menos eu acho), daí a necessidade de de vez em qdo usar um terminal feio, hehehe...
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